Categoria: “Em Loja”
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Eu Companheiro
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AGDGADU V.M. , meus II. em todos os vossos Graus e qualidades. Eu Companheiro Se até determinada altura eu tinha descoberto e aprendido quão bela era a Loja, na sua composição, na sua decoração, nos seus trabalhos, enquanto companheiro descobri e aprendi o que é a Força. Percebi que mesmo quando ela me faltasse de
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O Ritual
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Venerável Mestre Meus Irmãos em todos graus e qualidades O ritual praticado por todos nós diariamente, aqui toma um especial significado para mim e creio para todos vós. Ritual, um conjunto de gestos, palavras e formalidades, geralmente imbuídos de um valor simbólico, cuja performance é, usualmente, prescrita e codificada por uma religião ou pelas tradições
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O MESTRE DE CERIMÓNIAS NO REAA
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Venerável Mestre, MQI em vossos Graus e Qualidades, Enquadramento O MC é um dos onze oficiais previstos no Art.º 8 do Regulamento Interno da RLMAD, ocupando a sétima posição em termos de precedência simbólica do Cargo. O Art.º 15 do citado Regulamento define as suas funções como sendo as de “zelar pela boa ordem, harmonia
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Ó Malhão, Malhão, que raio de Malhete és tu?
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A∴G∴D∴G∴A∴D∴U∴ Venerável Mestre, Meus queridos Irmãos, em todos os vossos graus e qualidades. Há músicas e expressões populares que, pela sua simplicidade e sonoridade, captam melhor do que muitas palavras ou frases filosóficas as perplexidades da alma. Uma delas ecoou-me na minha primeira sessão como 2ºV∴ desta nossa respeitável loja, ao fazer um gesto que,
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O TEMPLO MAÇÓNICO E A REGULARIDADE
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MQI VM; MQI 1.ºV; MQI 2.º V; MMQQII em todos os vossos graus e qualidades O Templo Maçónico e a Regularidade Preliminar Conceito de Templo Conceito de Templo Maçónico Desenho do Templo Maçónico Organização do trabalho no Templo Significado esotérico do Templo Maçónico Epílogo i) Preliminar Aspectos gerais do Templo Maçónico, de acordo com
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Confortavelmente no fio da navalha
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Quem costuma ler os escritos que aqui publico sabe que não é meu hábito escrever sobre acontecimentos internos da Loja Mestre Affonso Domingues, para além dos balanços anuais dedicados a cada um dos Veneráveis que se vão sucedendo à frente dos destinos da Loja – e mesmo estes só depois de decorrido pelo menos um
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A Iniciação (II)
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Os ritos de passagem são frequentemente integrados por referências ou representações à vida anterior dos que se submetem ao rito (de onde vens), por uma ou mais provas que devem ser superadas (o que és) e por referências ou representações daquilo a que se acede (para onde vais), designadamente aos deveres ou obrigações inerentes à
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A Iniciação (I)
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Quando um profano pede para ser admitido maçon e a Loja que recebeu esse pedido acede a ele, a entrada do novo elemento para a Maçonaria e para a Loja processa-se mediante uma cerimónia, designada de Iniciação. Um dos compromissos que os maçons assumem é o de não divulgar a profanos como se processa a
