Bem-vindo ao site da Loja Mestre Affonso Domingues
A Loja Mestre Affonso Domingues é uma Loja maçónica integrada na Grande Loja Legal de Portugal – GLLP/GLRP, praticante do Rito Escocês Antigo e Aceite, e reconhecida internacionalmente como parte da Maçonaria Regular. Fundada em 1990, a nossa Loja tem vindo a reunir homens livres e de bons costumes, unidos pelo propósito de se aperfeiçoarem e contribuírem para uma sociedade mais justa, solidária e esclarecida.
Este espaço na Internet tem três objectivos fundamentais:
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- Informar — sobre quem somos, o que fazemos e qual o propósito da Maçonaria Regular em Portugal;
- Partilhar — ideias, reflexões e trabalhos apresentados em Loja, acessíveis a qualquer pessoa interessada;
- Convidar — à reflexão sobre os temas intemporais do ser humano como o bem, o conhecimento, o dever e a liberdade.
A Maçonaria é muitas vezes mal compreendida. Ela não é secreta, mas discreta. Não se confunde com religião, nem com política, nem com poder. Somos uma escola simbólica de aperfeiçoamento moral e intelectual, a nossa prática é reservada, mas os nossos valores, liberdade, fraternidade e tolerância, são universais e profundamente atuais.

Neste site encontrará:
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- Informação sobre a história da Loja e do seu patrono
- Uma seleção de trabalhos maçónicos escritos por membros da Loja
- Notícias, iniciativas e projetos de beneficência ou cultura
- Textos do blogue A Partir da Pedra, onde vários Irmãos publicam textos mais livres e abertos à sociedade.
A Loja Mestre Affonso Domingues é uma associação legalmente constituída, como Associação Mestre Affonso Domingues, sem fins lucrativos, e rege-se pelos princípios da legalidade, transparência e responsabilidade civil.
Convidamo-lo a navegar, ler e refletir. Aqui encontrará apenas a palavra escrita por homens comuns, empenhados em serem melhores. Se alguma dessas palavras o tocar, já terá valido a pena.
Loja Mestre Affonso Domingues n. 5
Ao Oriente de Lisboa
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O quadro simbólico do grau de Companheiro no Rito Escocês Antigo e Aceite
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Nos primeiros tempos da Maçonaria especulativa, qualquer local podia ser transformado num Templo Maçónico, para isso bastava a Irmão Experto desenhar no chão, com giz, o quadro simbólico do grau em que a Loja iria trabalhar. Depois da sessão, bastava apagar o quadro para se considerar que esta, estava encerrada. Mais tarde, para facilitar o
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Comunicação do Grão-Mestre da GLLP/GLRP por ocasião do Solstício de Inverno
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Meus Queridos Irmãos, TEMOS DE AGIR! Estamos prestes a comemorar o Solstício de Inverno, uma efeméride ritual que provém de uma ocorrência astronómica, que assinala o início do Inverno. E surge até nós pela ancestralidade de que somos depositários, pois esta data sempre foi importante para as culturas antigas que a associavam a aspectos como
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O meu testamento maçónico
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No texto anterior, procurei esclarecer o que é o testamento maçónico. Neste, vou procurar ilustrar na prática esse documento. Pessoalmente, e uma vez que há muito assumi publica e orgulhosamente a minha condição de esperar que os meus Irmãos me reconheçam como maçom, não necessitaria de elaborar um documento desse género. Mas, já que me
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Um trecho de Albert Pike, a propósito de Maçonaria, Crise e Sociedade
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Um leitor, em comentário ao texto Regras Gerais dos Maçons de 1723 – XXX, expressou a sua insatisfação pelo facto de, em tempos de crise em Portugal e na Europa, não ver aqui comentário à mesma. Seguiu-se uma troca de comentários em que penso ter explicado a posição dos maçons que aqui escrevem sobre o
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Maçonaria e Poder (XV)
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Se a GLLP/GLRP não intervém politicamente, então não deve ter no seu seio políticos. Se os tem, não deveria ter – ou então pratica de facto aquilo que nega de palavra. Esta é uma objeção que já ouvi. E que é aplicável aos políticos, como aos magistrados, como aos gestores públicos, por exemplo. Não tem
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Maçonaria e Poder (XIV)
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Este já longo conjunto de textos teve como objetivo mostrar, serenamente e com o máximo de objetividade que me foi possível, como, ao longo do tempo e em diversas latitudes, se processou o relacionamento entre o Poder e a Maçonaria. Espero que os de boa-fé (os outros não me interessam – ladrarão sempre à passagem
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Maçonaria e Poder (XIII)
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Em 25 de abril de 1974, um golpe militar pôs fim ao regime limitativo das liberdades públicas que vigorou em Portugal durante mais de quarenta anos. A proibição da Maçonaria deixou de vigorar. A sede do Grande Oriente Lusitano foi-lhe devolvida. Ficaram criadas as condições para o normal retomar da atividade maçónica em Portugal. As
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Maçonaria e Poder (XII)
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Em 1877, consuma-se o cisma maçónico entre a Grande Loja Unida de Inglaterra e o Grande Oriente de França. O GOLU (Grande Oriente Lusitano Unido) já estava então claramente na órbita do Grande Oriente de França, com ele partilhando, quer em resultado das vicissitudes nacionais no século XIX, quer por via da influência da instituição
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Maçonaria e Poder (XI)
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Em 1804, constituiu-se formalmente o Grande Oriente Lusitano. Foi seu primeiro Grão-Mestre o desembargador Sebastião José de São Paio de Melo e Castro Lusignan, neto do Marquês de Pombal. Também integrou o Grande Oriente o General Gomes Freire de Andrade. Sinal da sua já forte ligação ao Grand Orient de France é o facto de
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Comunicação do Grão-Mestre da GLLP/GLRP por ocasião do Equinócio de Outono
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Meus Queridos Irmãos, Estamos aqui mais uma vez reunidos na Assembleia da GLLP / GLRP, para comemorar o Equinócio do Outono, este ano especial, porquanto temos aqui presentes muitos e ilustres visitantes e Irmãos de 34 delegações de 26 países do mundo. Equinócio O evento celeste que ocorre hoje torna o dia e a noite
