Respeitável Loja Mestre Affonso Domingues

Bem-vindo ao site da Loja Mestre Affonso Domingues

A Loja Mestre Affonso Domingues é uma Loja maçónica integrada na Grande Loja Legal de Portugal – GLLP/GLRP, praticante do Rito Escocês Antigo e Aceite, e reconhecida internacionalmente como parte da Maçonaria Regular. Fundada em 1990, a nossa Loja tem vindo a reunir homens livres e de bons costumes, unidos pelo propósito de se aperfeiçoarem e contribuírem para uma sociedade mais justa, solidária e esclarecida.

Este espaço na Internet tem três objectivos fundamentais:

A Maçonaria é muitas vezes mal compreendida. Ela não é secreta, mas discreta. Não se confunde com religião, nem com política, nem com poder. Somos uma escola simbólica de aperfeiçoamento moral e intelectual, a nossa prática é reservada, mas os nossos valores, liberdade, fraternidade e tolerância, são universais e profundamente atuais.

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Neste site encontrará:

A Loja Mestre Affonso Domingues é uma associação legalmente constituída, como Associação Mestre Affonso Domingues, sem fins lucrativos, e rege-se pelos princípios da legalidade, transparência e responsabilidade civil.

Convidamo-lo a navegar, ler e refletir. Aqui encontrará apenas a palavra escrita por homens comuns, empenhados em serem melhores. Se alguma dessas palavras o tocar, já terá valido a pena.

Loja Mestre Affonso Domingues n. 5
Ao Oriente de Lisboa

  • Maçonaria Entreaberta (I)

    Maçonaria Entreaberta (I)

    Iniciamos hoje a publicação de primeira de 3 partes de um texto que cremos ter qualidade para estar neste espaço. Este texto que nos chegou por via indirecta, mas que imediatamente foi reconhecido como tendo sido escrito por Luis Nandim de Carvalho, 2º Grão Mestre da GLLP/GLRP, em 1997 época conturbada para a Maçonaria Regular

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  • Maçonaria, uma Instituição universal e cosmopolita

    Maçonaria, uma Instituição universal e cosmopolita

    Nos séculos XV e XVI devido à necessidade de se construírem várias construções de cariz  religioso ao longo de toda a Europa, e para mais facilmente circular entre reinos e poderem trabalhar, os operários da construção civil da época filiavam-se em agremiações de tipo sindical para que desse modo lhes fosse possível arranjar trabalho e exigirem alguns

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  • Maçonaria e Filosofia Pitagórica – Conclusão

    Maçonaria e Filosofia Pitagórica – Conclusão

    Quando inicio uma série de textos, embora tenha uma ideia geral sobre a estrutura da mesma, não tenho fixado o sentido de cada texto. Elaboro cada texto separada e sucessivamente, alguns já depois de iniciada a publicação da série. Tenho um ponto de partida, uma direção projetada, espero um determinado ponto de chegada, mas só

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  • Maçonaria e Filosofia Pitagórica – o DEZ

    Maçonaria e Filosofia Pitagórica – o DEZ

    A imagem que encima este texto é a Década pitagórica, a representação gráfica e geométrica do número DEZ. Constitui o desenvolvimento das representações dos três primeiros números: a mónade (que define o ponto), a díade (definidora da linha) e da tríade (definidora da superfície), replicando o triângulo regular desenhado na tríade até ao máximo possível

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  • Maçonaria e Filosofia Pitagórica – o SEIS, o SETE, o OITO e o NOVE

    Maçonaria e Filosofia Pitagórica – o SEIS, o SETE, o OITO e o NOVE

    Em relação aos números pitagóricos do SEIS ao NOVE, escasseiam elementos disponíveis nas consultas que fiz, pelo que agrupo os quatro num único texto, com breves referências a cada um deles. A héxade, representação gráfica do número SEIS segundo os pitagóricos, está representada pela imagem acima. Era chamada pelos pitagóricos “A Perfeição das partes”. O

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  • Maçonaria e Filosofia Pitagórica – o CINCO

    Maçonaria e Filosofia Pitagórica – o CINCO

    A partir do ponto do UM e da linha do DOIS emergiu a superfície do triângulo regular do TRÊS e depois o volume da pirâmide quadrangular, de base quadrada, do QUATRO. Com a pêntade, acima representada, os pitagóricos representaram o CINCO. O CINCO não é representado por uma forma geométrica regular clássica, antes por uma

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  • Maçonaria e Filosofia Pitagórica – o QUATRO

    Maçonaria e Filosofia Pitagórica – o QUATRO

    A representação gráfica do QUATRO, a tétrade, a forma geométrica que, segundo os pitagóricos, representa este número, obtém-se pela forma ilustrada pela imagem que encima este texto. Recordemos que o UM (que determina o ponto) e o DOIS (que determina a linha) são facetas do Princípio Criador, aquele estático, potencial, este dinâmico, a concretização da potência

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  • Maçonaria e Filosofia Pitagórica – o TRÊS

    Maçonaria e Filosofia Pitagórica – o TRÊS

    Os filósofos pitagóricos representavam o TRÊS através da figura acima, denominada tríade. Esta figura é, aliás a que resulta da demonstração geométrica da primeira proposição de Euclides (construir um triângulo equilátero dado um segmento de reta para seu lado; a demonstração, identificando cada um dos vértices do triângulo, respetivamente, por A, B e C, é:

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  • Maçonaria e Filosofia Pitagórica – o DOIS

    Maçonaria e Filosofia Pitagórica – o DOIS

    No texto anterior, deixei a interrogação: O Um é Único e Singular. Sendo assim, e uma vez que Um é o princípio que tudo origina, como é que Um se torna muitos? Segundo a Filosofia Pitagórica, o UM transforma-se em DOIS refletindo-se a si próprio e separando-se, original e reflexo, através do movimento ilustrado pela

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  • Maçonaria e Filosofia Pitagórica – o UM

    Maçonaria e Filosofia Pitagórica – o UM

    A imagem acima era chamada pelos gregos de mónade, palavra que deriva de monas, singularidade. Em geometria, o círculo é a origem de todas as formas subsequentes. É, pois, o princípio. Os filósofos matemáticos da Antiguidade grega referiam-se à mónade, ao círculo, como O Primeiro, a Semente, a Essência, a Unidade. Para os pitagóricos, a

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