Respeitável Loja Mestre Affonso Domingues

Categoria: O Companheiro

  • Eu Companheiro

    Eu Companheiro

    AGDGADU V.M. , meus II. em todos os vossos Graus e qualidades. Eu Companheiro Se até determinada altura eu tinha descoberto e aprendido quão bela era a Loja, na sua composição, na sua decoração, nos seus trabalhos, enquanto companheiro descobri e aprendi o que é a Força. Percebi que mesmo quando ela me faltasse de

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  • Lição de um Mestre aos seus Companheiros – II

    Lição de um Mestre aos seus Companheiros – II

    Nota – A primeira lição de um Mestre aos seus Companheiros foi publicada neste blogue por Jean-Pierre Grassi, em 13 de abril de 2009 Meus muito prezados Irmãos: O vosso aumento de salário é, na realidade, um aumento de responsabilidades. Ao vos conferir o 2.º grau, vos declarar prontos a trabalhar sem a proteção da

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  • O tempo de Companheiro

    O tempo de Companheiro

    O tempo de Companheiro é um tempo difícil. O obreiro já não é um Aprendiz rodeado, apoiado, apetece até dizer mimado, por todos os Mestres da Loja. Alcançado o seu aumento de salário, afinal o prémio que obtém é apenas uma mudança do seu lugar na Loja, um pouco de cor no seu avental e…

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  • Vivências de Companheiro

    Vivências de Companheiro

    Depois de ter “Nascido” para a Maçonaria no silêncio de Aprendiz onde comecei a Aprender a Trabalhar para o Meu progresso e alisamento da pedra que era, percorrrendo um caminho interior onde tive que Vencer Medos, Dúvidas e Paixões cheguei a Companheiro. Companheiro, que representa a segunda idade do Homem e resume o estudo dos

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  • Reintegração do Companheiro (III)

    Reintegração do Companheiro (III)

    O novo Companheiro não necessita de se integrar no grupo. Essa tarefa já deverá estar assegurada e concluída. Mas deve reintegrar-se nele, à luz do seu novo estatuto, do grau a que ascendeu. Três atitudes deve ter como prioritárias: diligência, disponibilidade e independência. Diligência para efectuar os novos trabalhos que lhe são pedidos, sem deixar

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  • Reintegração do Companheiro (II)

    Reintegração do Companheiro (II)

    Por muito que se precise que o trabalho de um maçon é essencialmente individual, não podemos esquecer que o que diferencia o método maçónico das demais formas de aquisição de conhecimentos, progressão e aperfeiçoamento é que esse trabalho individual se processa integrado num grupo heterogéneo, interagindo reciprocamente cada um dos indivíduos com o grupo. A

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  • Reintegração do Companheiro (I)

    Reintegração do Companheiro (I)

    A Passagem a Companheiro é um anti-clímax. Depois de uma cerimónia de Iniciação que o marcou, depois de um período de Aprendizagem em que foi confrontado com uma luxuriante quantidade de símbolos, em que focou a sua atenção nos aspectos da espiritualidade, o novo Companheiro ascende a esse grau através de uma cerimónia simples e

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  • O Trabalho do Companheiro

    O Trabalho do Companheiro

    O trabalho do Companheiro é, simultaneamente, a continuação do trabalho do Aprendiz e a realização de uma tarefa diferente. O Aprendiz trabalha no seu aperfeiçoamento e simultaneamente procura conhecer e reconhecer uma significativa quantidade de símbolos e descortinar o seu significado. O Aprendiz trabalha e aperfeiçoa o espírito. Ao Aprendiz pede-se que abstraia das lhanezas

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