Categoria: Blog “A Partir Pedra”
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Dar e receber
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Ingressar na maçonaria, juntar-se a uma Loja maçónica não é um ato destinado à obtenção de quaisquer vantagens materiais ou sociais. O ingresso na Maçonaria, a permanência numa Loja maçónica traz benefícios de ordem espiritual, moral, de aperfeiçoamento pessoal, de preenchimento do sentido da vida e plenitude na vivência do tempo que a cada um
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As ondas da fortuna
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Um dia, passeando junto ao mar, aproximei-me de uma falésia com as minhas filhas, e mostrei-lhes as ondas revoltosas que fustigavam as rochas. Perguntou-me uma delas sobre aquelas enormes pedras: “Alguém as pôs ali? De onde vieram?”. Expliquei-lhe que por debaixo do chão que pisávamos havia terra, areia, pedrinhas pequenas, argilas, e algumas pedras grandes.
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O Pai Natal é maçon!!!
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Persistentes, difíceis e demoradas investigações permitem finalmente confirmar uma notícia de que alguns suspeitavam desde há muito tempo. Não, não é a notícia de que o Pai Natal existe! Essa, qualquer criança de três anos conhece! Este autêntico “furo” jornalístico – que nos faz mesmo sonhar com a possibilidade um Prémio Pulitzer… – é a
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As Obrigações dos Maçons: VI. 6 – Conduta em face de um Irmão estranho
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Deverá cautelosamente examiná-lo, da forma que a prudência aconselhar, de modo a evitar ser iludido por um embusteiro, a quem deverá rejeitar com desprezo e escárnio, e a ter cuidado de modo a não lhe revelar nenhum sinal de reconhecimento. Mas se descobrir que está perante um verdadeiro e genuíno Irmão, deverá respeitá-lo em conformidade,
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As Obrigações dos Maçons: VI. 5 – Conduta em casa e na vizinhança
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Deverá agir como um homem sensato e de moral; ter um especial cuidado em não deixar a família, amigos ou vizinhos conhecer os assuntos da Loja, etc, mas sabiamente levar em conta a sua própria honra, e a da Antiga Fraternidade, por razões que não são mencionadas aqui. Deve ter em conta, também, a sua
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As Obrigações dos Maçons: VI . 4 – Conduta em presença de estranhos não Maçons
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Deverão ser cautelosos com as palavras e o comportamento, de modo a que um estranho mais perspicaz não seja capaz de descobrir ou perceber o que não deve ser revelado, e se possível, deverá aproveitar-se o rumo da conversa, conduzindo-a prudentemente de modo a elogiar a Venerável Fraternidade. Esta regra de conduta perante estranhos não
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As Obrigações dos Maçons: VI. 3 – Conduta quando os Irmãos se reúnem sem estranhos, fora de uma Loja constituída
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Saudar-se-ão uns aos outros de maneira cortês, como ensinados, chamando-se de Irmãos, dando livremente as instruções de modo que for conveniente, verificando que não são vigiados ou observados; sem ultrapassar o limite, ou faltar ao respeito que é devido a todo o Irmão, mesmo que não seja um Maçom; porque todos os Maçons são iguais,
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As Obrigações dos Maçons: VI . 2 – Conduta depois que a Loja terminou e antes que os Irmãos saiam
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Poderão mostrar-se alegres, tratando-se mutuamente de acordo com suas qualidades, mas evitando todos os excessos, ou obrigando qualquer Irmão a comer ou beber além de sua inclinação, ou impedindo-o de se ir embora quando suas obrigações assim o chamarem, ou fazendo ou dizendo o que quer que seja ofensivo, ou o que quer que impeça
