“Curar” – o poema de Kathleen O´Meara (1839)

Não sendo maçónicos, nem sobre Maçonaria, nem sequer escritos por um Maçom, estes versos parecem terem sido escritos para o momento que estamos a viver. Foram-me enviados por um Irmão.

E as pessoas ficaram em casa.
E leram livros e ouviram música
E descansaram e fizeram exercícios
E fizeram arte e jogaram
E aprenderam novas maneiras de ser
E pararam
E ouviram mais fundo
Alguém meditou
Alguém rezava
Alguém dançava
Alguém conheceu a sua própria sombra
E as pessoas começaram a pensar de forma diferente.
E as pessoas curaram.

E na ausência de gente que vivia
De maneiras ignorantes
Perigosos, perigosos.
Sem sentido e sem coração,
Até a terra começou a curar
E quando o perigo acabou
E as pessoas se encontraram
Eles ficaram tristes pelos mortos.
E fizeram novas escolhas
E sonharam com novas visões
E criaram novas maneiras de viver
E curaram completamente a terra
Assim como eles estavam curados.

(Kathleen O’Meara)

Recebido de J. P. Setúbal – R∴ L∴ Mestre Affonso Domingues (GLLP/GLRP)

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