A (im)perfeição e as Old Charges (III)

Para além da questão da deficiência física coloca-se a da deficiência mental. Poderá um deficiente mental ser iniciado maçon? Neste caso, a porta já não se abre tanto quanto face à deficiência física, mas também não se fecha de todo. É tudo uma questão da natureza e das consequências da...

A (im)perfeição e as Old Charges (II)

Em pleno século XIX houve diversas tentativas de se tornar menos estrita a regra que impedia a admissão de deficientes físicos na Maçonaria, alegando-se ser esta um legado dos tempos da maçonaria operativa. Algumas Grandes Lojas deixaram, mesmo, cair este requisito, exigindo apenas que o candidato tivesse a capacidade física...

O 1º dia como Venerável Mestre

Caros Leitores Ser Venerável Mestre de uma loja constitui, em si, um motivo de orgulho, já que significa que os restantes Irmãos da Loja nos aceitam e nos confiam a orientação da Loja, durante um Veneralato; ser Venerável da Respeitável Loja Mestre Affonso Domingues é, no meu entender, mais do...

A (im)perfeição e as Old Charges (I)

No Livro das Constituições de Andersen, de 1723, aprovado por maçons ilustres como Desaguliers, Cowper e Payne – reputados e reconhecidos pela sua sabedoria maçónica – podem encontrar-se estas palavras: “The men made masons must be free-born, no bastard, and of mature age, and of good report, hale and sound,...

Faça-se luz

No início da maçonaria podia haver – e havia! – diferentes correntes de cristianismo na maçonaria, mas todos os maçons eram cristãos. Ao longo do tempo, com a abertura das mentalidades, foi sendo possível admitir membros de outras religiões. Nos nossos dias, a maçonaria regular apenas exige a crença no...

Esquadro e compasso

Talvez o mais conhecido dos símbolos da Maçonaria seja o que é constituído por um esquadro, com as pontas viradas para cima, e um compasso, com as pontas viradas para baixo. Como normalmente sucede, várias são as interpretações possíveis para estes símbolos. É corrente afirmar-se que o esquadro simboliza a...

Instrução em Maçonaria – VI

As minhas desculpas pelo atraso no texto, mas algumas dificuldades técnicas impediram-me de o concluir em tempo util. Continuando a serie sobre instrução em Maçonaria e tendo os artigos anteriores sido essencialmente dirigidos à instrução de mestres e à auto instrução, creio que é momento de abordar a instrução tal...

Instrução em Maçonaria – V

E ao fim de uns anos larguei a música. Não que tenha deixado de a ouvir (porque tocar … isso não é para mim) mas porque este ano deixei o cargo de Organista. O Venerável pediu e o meu dever era aceitar o seu pedido e fui consequentemente fazer outras...

Instrução em Maçonaria – IV

Fico curioso! Eu aqui a falar de uma coisa, essencialmente de métodos que podem até ser transversais a outras áreas do conhecimento e os comentadores (por acaso sempre os mesmos) a comentarem ao lado. Imaginemos por um instante que eu escrevia aqui sobre temas de culinária, aliás exemplo usado por...

Instrução em Maçonaria – III

“Estou suficientemente instruído” é, estou certo disso, o que muitos pensam quando chega a altura de estarem em crer que é o momento de passar de grau ou de ocupar uma função. E quando assim pensam abrandam o estudo e a respectiva auto instrução. É, eventualmente, mais recorrente o pensamento...

Carta do Grão-Mestre da Grande Loja Legal de Portugal / GLRP, aos Grão-Mestres da Maçonaria Europeia

Carta que o Grão-Mestre da Grande Loja Legal de Portugal / GLRP, Irmão Armindo Azevedo, dirigiu a todos os Grão-Mestres da Maçonaria Europeia, com quem a Obediência mantém relações de amizade. Meus Queridos Grão-Mestres, Dear Most Worshipful Grand Master Espero encontrá-los de boa saúde, bem como às vossas famílias. I...

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