Categoria: Arquivo do Blog

Juramento e compromisso maçónico…

Quando se segue uma Via Espiritual ou se é admitido numa Ordem de tipo esotérico-iniciática tal como a Maçonaria se define, é habitual o novo membro efetuar um juramento no momento da sua admissão ou durante a execução de uma cerimónia de cariz iniciático, no qual se assume um determinado...

Origem e primórdios do Rito Escocês Antigo e Aceite – o Discurso do Chevalier Ramsay

Andrew Michael Ramsay (1686-1743), também conhecido por Chevalier Ramsay, foi um teólogo e escritor escocês que viveu a maior parte da sua vida adulta em França, como jacobita exilado. Estudou teologia nas Universidades de Glasgow e Edimburgo, tendo-se graduado em 1707. Em 1708, foi viver para Londres, tendo-se relacionado com...

Origem e primórdios do Rito Escocês Antigo e Aceite – hipótese sobre o nome

O exílio dos Stuart em França originou que grande parte da nobreza católica, particularmente escocesa, mas também católicos ingleses, se refugiasse também em França. Muitos desses nobres eram já maçons Aceites. Foram-se constituindo e reunindo em França as primeiras Lojas maçónicas, Lojas maçónicas dos “Escoceses”, que reproduziam os rituais que...

Origem e primórdios do Rito Escocês Antigo e Aceite – Antecedentes em Inglaterra

Para se entender as circunstâncias do surgimento e estabelecimento do REAA, há que começar por relembrar alguns factos anteriores, quer especificamente relacionados com a Maçonaria, quer factos históricos em geral. As Lojas operativas de construtores em pedra regulavam o ofício e transmitiam os ensinamentos a ele inerentes, conjuntamente com normas...

Porquê “meu irmão”, e não “meu amigo”?

Os maçons tratam-se, entre si, por “irmão”, tratamento que é explicitamente indicado a cada novo maçon após a sua iniciação. Imediatamente após terminada a sessão de Iniciação é normal que todos os presentes cumprimentem o novo Aprendiz com efusivos abraços, rasgados sorrisos e, entre repetidos “meu irmão”, “meu querido irmão”...

A burocracia e a Loja

Uma Loja maçónica não se dedica apenas ao estudo do simbolismo, ao compartilhamento de saberes, experiências, opiniões, reflexões, nem à execução e aperfeiçoamento rituais, nem ainda às cerimónias próprias da Arte Real. Uma Loja maçónica tem também que assegurar a parte burocrática do seu funcionamento.Muitas Lojas têm, por natureza, esse...

A (im)perfeição e as Old Charges (III)

Para além da questão da deficiência física coloca-se a da deficiência mental. Poderá um deficiente mental ser iniciado maçon? Neste caso, a porta já não se abre tanto quanto face à deficiência física, mas também não se fecha de todo. É tudo uma questão da natureza e das consequências da...

A (im)perfeição e as Old Charges (II)

Em pleno século XIX houve diversas tentativas de se tornar menos estrita a regra que impedia a admissão de deficientes físicos na Maçonaria, alegando-se ser esta um legado dos tempos da maçonaria operativa. Algumas Grandes Lojas deixaram, mesmo, cair este requisito, exigindo apenas que o candidato tivesse a capacidade física...

A (im)perfeição e as Old Charges (I)

No Livro das Constituições de Andersen, de 1723, aprovado por maçons ilustres como Desaguliers, Cowper e Payne – reputados e reconhecidos pela sua sabedoria maçónica – podem encontrar-se estas palavras: “The men made masons must be free-born, no bastard, and of mature age, and of good report, hale and sound,...

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