Categoria: O Companheiro

O Grau de Companheiro propicia ao maçon um excepcional conhecimento de símbolos, além de avanços ritualísticos e de desenvolvimento do carácter.

O tempo de Companheiro

O tempo de Companheiro é um tempo difícil. O obreiro já não é um Aprendiz rodeado, apoiado, apetece até dizer mimado, por todos os Mestres da Loja. Alcançado o seu aumento de salário, afinal o prémio que obtém é apenas uma mudança do seu lugar na Loja, um pouco de...

Reintegração do Companheiro (III)

O novo Companheiro não necessita de se integrar no grupo. Essa tarefa já deverá estar assegurada e concluída. Mas deve reintegrar-se nele, à luz do seu novo estatuto, do grau a que ascendeu. Três atitudes deve ter como prioritárias: diligência, disponibilidade e independência. Diligência para efectuar os novos trabalhos que...

Reintegração do Companheiro (II)

Por muito que se precise que o trabalho de um maçon é essencialmente individual, não podemos esquecer que o que diferencia o método maçónico das demais formas de aquisição de conhecimentos, progressão e aperfeiçoamento é que esse trabalho individual se processa integrado num grupo heterogéneo, interagindo reciprocamente cada um dos...

Reintegração do Companheiro (I)

A Passagem a Companheiro é um anti-clímax. Depois de uma cerimónia de Iniciação que o marcou, depois de um período de Aprendizagem em que foi confrontado com uma luxuriante quantidade de símbolos, em que focou a sua atenção nos aspectos da espiritualidade, o novo Companheiro ascende a esse grau através...

O Trabalho do Companheiro

O trabalho do Companheiro é, simultaneamente, a continuação do trabalho do Aprendiz e a realização de uma tarefa diferente. O Aprendiz trabalha no seu aperfeiçoamento e simultaneamente procura conhecer e reconhecer uma significativa quantidade de símbolos e descortinar o seu significado. O Aprendiz trabalha e aperfeiçoa o espírito. Ao Aprendiz...

O Silêncio do Companheiro

O Companheiro continua ainda sujeito à regra do silêncio. Não intervém em Loja, salvo quando é dispensado do dever de silêncio para apresentar uma prancha. Em relação aos Aprendizes, já no texto O silêncio do Aprendiz procurei explicar a razão de tal determinação e as vantagens que a mesma traz...

O Avental do Companheiro

Ao contrário do que sucede com o ritual de Aprendiz do Rito Escocês Antigo e Aceite, o ritual de Companheiro não faz qualquer referência ao avental usado pelos obreiros da oficina do segundo grau. Os Companheiros podem – como todos os maçons, quaisquer que sejam os seus graus ou qualidades...

A Passagem

Chama-se Passagem à Cerimónia pela qual o Aprendiz adquire o estatuto de Companheiro, conferindo-se-lhe o segundo grau da Arte Real. Tal como a Iniciação, a Passagem é um rito… disso mesmo: de passagem. Tal como aquela, tem os três tempos de um rito de passagem: de onde vens, o que...

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