Author: António Jorge

Regras Gerais dos Maçons de 1723 – II

O Mestre de uma Loja tem o direito e o poder de convocar os membros da sua Loja para uma sessão quando lhe aprouver, em caso eventual ou de emergência, bem como o de definir hora e local das suas Sessões. Em caso de doença, morte, ou inadiável ausência do...

Regras Gerais dos Maçons de 1723 – I

O Grão-Mestre, ou o seu Vice-Grão-Mestre, tem o poder e o direito de estar presente em qualquer Loja legítima, assim como o de a presidir, com o Mestre da Loja à sua esquerda, e a ordenar que seus Grandes Vigilantes o assessorem; mas estes não podem agir como Vigilantes nas...

Regras Gerais dos Maçons: Introdução

O quarto capítulo da Constituição de Anderson de 1723 é dedicado às Regras Gerais. Enuncia trinta e nove, após a seguinte Introdução: Compiladas, inicialmente, por George Payne, no ano de 1720, quando era Grão-Mestre, e aprovadas pela Grande Loja no Dia de São João Batista, no ano 1721, no Stationer’s...

A vida: que sentido tem ou que sentido lhe damos?

A questão de procurar um sentido para a vida é antiga, mas a sua formulação sistematizada data do Iluminismo e encontrou seculo e meio mais tarde a sua expressão mais sofisticada em Frederick Nietzsche (1844 a 1900). Ao longo de todo o século 20, esta temática manteve-se e de alguma...

Rui Bandeira

Rui Bandeira

É extremamente grato sentir o carinho e interesse com que os visitantes do Blog reagiram aos posts que o Rui Bandeira colocou nos últimos dias. Creio que podem ser interpretados como um reconhecimento pelo excelente trabalho que ele desenvolveu enquanto participante regular neste espaço. Dadas as suas novas funções (o...

Fim de ciclo

Este vai ser o último texto que, pelo menos durante algum tempo, publicarei no A Partir Pedra. Foi publicado um Decreto do Muito Respeitável Grão-Mestre, pelo qual fui designado para assegurar o ofício de Grande Correio Mor da Grande Loja Legal de Portugal/GLRP. O Grande Correio Mor é o oficial...

juramento

Dos Juramentos

Esta temática pareceu-me incontornável de ser abordada a um qualquer momento da nossa caminhada evolutiva enquanto MM∴ – se, nas fases iniciais do nosso percurso iniciático, enquanto AA∴ e CC∴, aprendemos o valor, a dimensão, a importância e o “peso” simbólicos do Silêncio, mais tarde, com a chegada da Mestria...

três grandes luzes

Leçon d’un Maitre à ses Compagnons

Mes très chers Frères … Compagnons ! Con panis ! Qui partage le pain ; Le copain, comme nous disons aujourd’hui. Quel beau nom pour un grade qui, souvent, et à tort, est dénigré. Au grade de Compagnon, l’équerre et le compas se presentent de façon differente. C’est-à-dire que vous...

Irmãos em campos diferentes

Estamos, em Portugal, a menos de um mês da realização de eleições autárquicas. Por todo o país se veem cartazes de propaganda eleitoral. Inevitavelmente que neste mês de setembro a atenção das pessoas é convocada para este tema. Também os maçons não ficam indiferentes. São cidadãos e obviamente que se...

olho

Do valor da parábola

Quem acompanha este blogue sabe que, com exceção das “alegorias” de (algumas) sextas-feiras, privilegio a publicação de textos originais meus. A recente publicação de “Tive um sonho” e de “O último grau ” é a exceção que conforma a regra. Estes dois textos – que, afinal, são apenas um, apenas dividido, por...

A Iniciação (II)

Os ritos de passagem são frequentemente integrados por referências ou representações à vida anterior dos que se submetem ao rito (de onde vens), por uma ou mais provas que devem ser superadas (o que és) e por referências ou representações daquilo a que se acede (para onde vais), designadamente aos...

A Iniciação (I)

Quando um profano pede para ser admitido maçon e a Loja que recebeu esse pedido acede a ele, a entrada do novo elemento para a Maçonaria e para a Loja processa-se mediante uma cerimónia, designada de Iniciação. Um dos compromissos que os maçons assumem é o de não divulgar a...