Loja Maçónica Mestre Afonso Domingues - Maçonaria

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Nova Colaboração

  • Quarta, 28 Outubro 2009 09:06
  • Escrito por A Jorge

ColaboraçãoNo próximo dia 6 de Novembro iniciaremos a publicação de algumas pranchas do I:.Espedicto Figueiredo Rillo, um I:. brasileiro que nos contactou e que é autor de pranchas de elevado conteúdo maçónico. Sendo este um website dirigido à formação dos maçons em geral e à dos Obreiros da RLMAD em particular, recebe de braços abertos todos os trabalhos de qualidade. A seguir transcreve-se o Currículo do I:. E. Figueiredo:

Espedicto Figueiredo Rillo, mais conhecido como E. Figueiredo, como assina seus trabalhos, nasceu em 1937 e veio a “conhecer a Verdadeira Luz” em 1978. Não se contentando apenas com os Graus Simbólicos, enveredou-se pelos Graus Filosóficos, onde descobriu que com as buscas e pesquisas poderia elaborar “peças de arquitetura”, trabalhos de cunho Maçônico que serviriam para ilustrar aqueles que procuram maior conhecimento na Sublime Ordem. Seus trabalhos despertam interesse no meio Maçônico e começam a ser publicados em vários órgãos da imprensa da Arte Real, fazendo dele um dos maiores cronistas Maçônicos da atualidade, tendo inclusive, trabalhos publicados em periódicos do exterior.

Foi iniciado, precisamente, em 22 de Setembro de 1978, na Aug.: Resp.: Loja Simb.: Inconfidência - 182, jurisdicionada à Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo. Em 29 de Maio de 1979, ainda como Companheiro, juntamente com outros dissidentes da Inconfidência, ajuda a fundar a Aug.: Resp.: Loja.: Simb.: Pentalpha - 208. É exaltado em 6 de Outubro de 1979. Em 1982 inicia os estudos nos Graus Filosóficos.

Atendendo compromissos profissionais, para a empresa para a qual dava o seu concurso, transfere-se, provisoriamente, para Belém do Pará, onde permaneceu por três anos. Faz relacionamento com Maçons de Belém e, à convite de um dos mais eminentes Maçons do Pará, Irmão Jamil José Dahas, filia-se à centenária Gr.: Ben.: Loja Maç.: Renascença - 3, destacando-se, novamente, com atuações marcantes, traço característico de seu estilo. Dá seqüência, também, aos estudos filosóficos.

Enquanto isso, sua Loja em São Paulo, Pentalpha, passa por divergências de pensamento entre seus Irmãos, culminando numa crise que provoca duas facções: Uma, optando pela transferência para o Grande Oriente do Brasil e outra pela permanência na GLESP. A facção, pela transferência, é maior. O Venerável Mestre da Loja Pentalpha, com mais cinco Irmãos contrários à idéia de transferência, consulta o Irmão E. Figueiredo, que está em Belém, apelando para a sua sapiência. O Irmão Figueiredo orienta as ações e recomenda uma reunião com o Grão Mestre, Irmão Walter Ferreira. Este orienta os Irmãos, fiéis à permanência, como proceder. Quando se consuma a transferência, o Grão Mestre, através de um ato, funde a Pentalpha, com os 7 Irmãos remanescentes, à Aug.: Resp. Loja Simb.: Lealdade & Trabalho - 157.

O Irmão Figueiredo retorna à São Paulo em 1985 e, imediatamente, se integra à Loja Lealdade & Trabalho, tornando-se um dos mais atuantes Obreiros. Funda o Órgão Oficial da Loja, LETRA, título tirado do nome da própria Loja (LEaldade & TRAbalho), editando-o às suas expensas. A Loja Renascença, de Belém do Pará, em reconhecimento à dedicação, durante a filiação, nomeia-o “Garante de Amizade”, junto à Loja Lealdade & Trabalho. Destacando-se dentre os demais, é eleito Venerável Mestre em 2 de Maio de 1988, para o exercício 1988/1989, cuja gestão é recordada como uma das mais profícuas em toda a história da Lealdade & Trabalho. Transformou as sessões mais dinâmicas, introduzindo o “quarto-de-hora-de-estudos”, encorajando os Obreiros a lerem e pesquisarem; promoveu sessões conjuntas com Lojas co-Irmãs, fortalecendo ainda mais os laços de irmandade; trouxe palestrantes para versar sobre vários temas pertinentes; proveu a Loja do seu estandarte, que apesar de 15 anos de atividades, ainda não o possuía.

Entretanto, o que poucos Irmãos sabiam, era que Figueiredo jamais esquecera a Pentalpha, a Loja que ajudara a fundar; para ele a cisão fora algo inconcebível. Em l989, com um dos Irmãos remanescentes da Pentalpha, e outros mais, num total de 13, reerguem as colunas da Loja, agora sob o título de Aug.: Resp. Loja Simb.: Pentalpha Paulista, conseguindo obter a numeração original de 208, por deferência especial do Grão Mestre Salim Zugaib, que o indica para Venerável Mestre, até que se possa processar as primeiras eleições. E. Figueiredo, novamente, se sobressai com grandes méritos como Venerável Mestre e assenta as bases da Loja. Cria o distintivo e logotipo da Loja e, também, o seu estandarte, revelando sua veia artística, trabalhos que foram elogiados , não só pela sua beleza, mas, principalmente pelas linhas harmoniosas e dentro dos rituais Maçônicos. Apesar da Loja Pentalpha ter por critério a não reeleição de seus “Past Master”, entretanto, após duas legislaturas, o Irmão Figueiredo é, novamente, eleito Venerável Mestre. Todavia, por motivos profissionais, interrompe na metade sua gestão, provocando nova eleição.

Enquanto tudo isso acontece, o Irmão Figueiredo continua seus estudos filosóficos, recebendo a comenda do Grau 33 em 5 de Outubro de 1991. Participa de várias Lojas de pesquisas, colaborando, inclusive, na fundação da Oficina de Pesquisas, da Glesp. Redige trabalhos, de cunho Maçônico, que são inseridos nas principais publicações Maçônicas, como A Trolha, A Verdade, O Maço, A Gazeta Maçônica, Acácia, Órgão Oficial da Gran Logia del Estado de Chiapas, México, Consciência, Órgão Oficial da Grande Loja Maçônica do Estado de Mato Grosso do Sul e outras. Mesmo avesso à aparições públicas, seu nome se destaca e em 1995 é chamado para Bibliotecário da Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo.

Um dos principais “hobbies” do Irmão Figueiredo é colecionar selos de taxas Maçônicas (estampilhas que algumas Potências utilizam para autenticar seus documentos). À sua coleção foi adicionada a do grande Maçonólogo Irmão Kurt Prober (1909-2008), que cedeu seu acervo por ver o enorme interesse do Irmão Figueiredo, fazendo sua coleção a maior do mundo. Outro “hobby” é escrever cartas, mantendo correspondência com Maçons de todo o Brasil. Esse “hobby” contribuiu para a fundação do CERAT - Clube Epistolar Real Arco do Templo, composto de mais de 30 Irmãos de vários Estados brasileiros e de várias Potências e Ritos. O Clube se propõe, além de cartas, à trocas de jornais, revistas, livros, peças, trabalhos, etc., de cunho Maçônico . Mas, a maior aspiração do CERAT, é a criação da primeira Loja Maçônica por correspondência do Universo: A Aug.: Resp.: Loja Epistolar Pombo Correio...

...Um sonho...

Em 1996, E. Figueiredo, foi agraciado com a medalha comemorativa aos 50 anos da Loja Guatimozim, conferida aos 50 maiores Maçons pelos relevantes serviços prestados ao bem da Ordem em geral. Em 2001 recebeu a Medalha Cultural que homenageia o insigne jornalista e escritor Hipólito José da Costa, patriarca da imprensa brasileira, e, fez parte da Secretaria de Cultura da GLESP-Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo, na administração passada.

Atualmente, E. Figueiredo pertence à ARLS Verdadeiros Irmãos – 669. Onde já criou o jornalzinho JUSTO & PERFEITO . (Além de coordenar o CERAT e integrante do Grupo de Estudos Iniciáticos Athenas – GEIA; é membro da AIEDEM-Associación Internacional de Escritores, Directores y Editores Masónicos, integrante da União dos Escritores Maçônicos do Brasil e foi nomeado Grande Representante da Gran Logia del Estado de Chiapas, México.

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